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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Ministro Aldo Rebelo apoia Surf na Olimpíada Rio 2016


Ministro Aldo Rabelo apoia Surf na Olipíada Rio 2016.
Ministro Aldo Rabelo apoia Surf na Olipíada Rio 2016. Foto: Roque de Sá / Divulgação
O ministro do Esporte, Aldo Rabelo, recebeu atletas, dirigentes e empresários do surf para apoiar a candidatura do Surf como Esporte de Exibição na Olimpíada de 2016 do Rio de Janeiro, o Rio 2016.
Aldo Rabelo se reuniu com empresários e dirigentes de surf nesta quarta-feira em Brasília e decidiu enviar uma carta ao presidente do Comitê Olímpico Internacional solicitando a apresentação do surf no Rio 2016.
A esperança do grupo é de que, com o apoio do Governo Federal, o COI aceite o pedido para a realização de um evento de apresentação do surfe no Rio 2016.
O empresário Rico de Souza participou da reunião com Aldo Rebelo e presenteou o ministro com uma prancha de surfe. Rico de Souza se mostrou bastante empolgado com a possibilidade de ver o surfe nos Jogos Olímpicos do Rio 2016.
“Isso vai ser o auge, o ápice. Quando um esporte participa das Olimpíadas, ganha uma visibilidade espetacular. O tratamento ao surfista passa a ser diferente” Rico de Souza.
A ISA (Associação Internacional de Surf) ainda não é integrante do Comitê Olímpico Internacional, no entanto a esperança  de inclusão do surfe na Olimpíada Rio 2016 é grande.
Ministro Aldo Rabelo ganha prancha de Surf.
Ministro Aldo Rabelo ganha prancha de Surf. Foto: Roque de Sá / Divulgação
Presidente da Confederação Brasileira de Surf, Adalvo Argolo, também participou do encontro e defendeu o Rio de Janeiro como local ideal para a apresentação do surfe em jogos Olímpicos.
“É o momento perfeito. Cheguei a acreditar em um momento que aconteceria na Austrália, nas Olimpíadas de Sidney 2000. Infelizmente, ou felizmente, não foi lá e certamente vai ser aqui no Rio. Acho que já somos uma modalidade grande no mundo inteiro e, a entrada na família olímpica será um marco. Vamos mostrar não apenas o esporte, mas o surfe como estilo de vida, gerador de inclusão social, de emprego. Estamos em um caminho muito bom “ Adalvo Argolo.

domingo, 22 de abril de 2012

Surfe quer aproveitar onda olímpica e entrar para o programa do Rio 2016


Cameron Spencer/Getty Images
Campanha da Confederação Brasileira quer esporte como exibição nos Jogos
André Avelar, do R7
Berço do esporte de praia no Brasil, a Cidade Maravilhosa quer aproveitar a onda olímpica e incluir o surfe no Rio 2016. Mas ainda alguns resquícios de preconceito e, principalmente, a dificuldade de produzir ondas em locais sem praia atravancam a entrada do esporte no programa dos Jogos Olímpicos.
Mas para convencer o Comitê Olímpico Internacional (COI), a Confederação Brasileira de Surfe (CBS) lançou o projeto “Rio 2016: Surf na Olimpíada”. Até mesmo um abaixo-assinado oficial foi criado na página Rio Surf 2016 para que as pessoas possam defender a modalidade na Olimpíada.
- O surfe está pronto para ser reconhecido e continuar encantando o mundo. A nossa ideia é fazer uma apresentação como a consolidação do Rio como um berço desse esporte. Seria uma verdadeira festa de praia. Somente um movimento mundial pode incluir o surfe na Olimpíada. Com vontade política, as coisas podem acontecer – disse Romeu Andreatta, diretor da CBS.
Uma das capitais mundiais do surfe, a Austrália também tentou, sem sucesso, incluir o esporte em seu programa. Sydney 2000 começou e no ano passado o assunto voltou a ganhar força. Para se tornar olímpico, um esporte precisa ser praticado em pelo menos 75 países e quatro continentes no caso dos homens e 40 países e três continentes para as mulheres.
Mas mais do que isso, mesmo se for enquadrado nesses critérios, isso não significa que o esporte já se tornará olímpico. O esporte também tem de apresentar alta competitividade e com fáceis locais de competição.  O surfe conta com 20 milhões de praticantes em mais de 100 países.
- O surfe tem esse desafio que não apresentou nada em ondas artificiais. Fica seletivo em um país sem costa. A gente não consegue produzir onda artificialmente… Ainda! Não conseguimos para 2020, mas nós vamos voltar a reivindicar – disse Andreatta.  Baku (Azerbaijão), Doha (Catar), Istambul (Turquia), Madri (Espanha) e Tóquio (Japão) disputam a candidatura para os Jogos Olímpicos de 2020. 
Política antidoping
Com campeonatos organizados e cada vez mais dinheiro envolvido, a Associação dos Surfistas Profissionais (ASP) adotou a política antidoping, cumprindo as regras da Agência Mundial Antidoping (Wada). Apesar dos atletas de hoje serem saudáveis, a contracultura ainda é motivo de preconceito.
Na ocasião, Kelly Slater, 11 vezes campeão mundial, criticou a medida e chegou a dizer que o surfe não se tratava de um esporte de alto rendimento e o doping não ajudaria em nada. O surfe sempre caminhou na linha entre esporte e estilo de vida selvagem.
A Rede Record mostrará a Olimpíada de Londres 2012 com exclusividade na TV aberta brasileira, e também pela internet, por meio do R7. A Record detém ainda os direitos de transmissão dos Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015 e da Olimpíada do Rio de Janeiro 2016.
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