segunda-feira, 17 de junho de 2013

Comitê Organizador dos Jogos do Rio seleciona estagiários


Jovens universitários que moram na cidade do Rio de Janeiro terão a oportunidade de trabalhar num dos maiores eventos esportivos do planeta. O Comitê Organizador das Olimpíadas do Rio abriu inscrições para estudantes de universidades cariocas com previsão de formatura em 2014. No total, são 30 vagas para mais de 15 cursos de graduação na primeira turma de estagiários do evento.
Os selecionados terão a oportunidade de desenvolver um projeto relacionado à sua área de atuação dentro do contexto dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, sempre com o acompanhamento de um supervisor. O melhor é que a experiência pode ir além do período de estágio. Segundo os organizadores do programa, a busca por candidatos do Rio de Janeiro com previsão de formatura entre julho e dezembro de 2014 tem como intenção aproveitar o crescimento do Comitê Organizador e reter os melhores talentos.
"Teremos uma curva acentuada de crescimento do nosso quadro de colaboradores até 2016, o que demandará um trabalho intenso de captação de talentos nos próximos anos. O programa de estágio é um pilar importante da nossa estratégia de contratação de jovens talentos, pois acreditamos que estagiários que tiverem bom desempenho e estiverem engajados na nossa missão encontrarão oportunidades de efetivação”, afirma Henrique Gonzalez, diretor de Recursos Humanos do Rio 2016.
 As inscrições já estão abertas no site oficial do evento e vão até o dia 26 de junho. Os cursos contemplados no programa são: Administração, Arquitetura, Marketing, Comunicação Social (Jornalismo e Publicidade e Propaganda), Análise de Sistemas, Economia, Direito,Ciências Contábeis, Educação Física, Letras (Inglês/Português), Relações Internacionais, Engenharia, Desenho Industrial, Estatística, Psicologia e Pedagogia.
 Fonte: Esporte Essencial

terça-feira, 11 de junho de 2013

COB apresenta planejamento do Time Brasil para Jogos de 2016


De olho nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, o Comitê Olímpico Brasileiro, nesta quarta-feira, apresentou o planejamento da entidade na Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, em Brasília, para a participação do Time Brasil. O evento atendeu ao requerimento do deputado Benjamin Maranhao (PMDB-PB) e o COB foi representado por Marcos Vinícius, diretor da entidade.
A audiência na Comissão, que é presidida pelo deputado Romário (PSB-RJ), contou com a participação do diretor de Excelência Esportiva e Promoção de Eventos da Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento, Ricardo Avelar; o vice-presidente de Esportes Olímpicos do Flamengo, Alexandre Povoa; o representante da Confederação Brasileira de Clubes, Arialdo Boscolo; e a ex-campeã de atletismo Carmem de Oliveira.
Marcos Vinícius voltou a afirmar que a meta do COB para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro é terminar entre os dez primeiros colocados no número total de medalhas. Para isso, será necessário ampliar a conquista de medalhas para cerca de 13 modalidades, já que, atualmente, o Brasil costuma subir no pódio apenas em oito esportes: Vôlei, Vôlei de Praia, Futebol, Vela, Judô, Atletismo, Natação e Taekwondo ou Hipismo.
“Precisamos aumentar o número de medalhas nas modalidades em que o Brasil já tem tradição, conquistar medalhas em novas modalidades, como ocorreu na ginástica artística, no boxe e no pentatlo moderno já em Londres 2012, e dar atenção especial às modalidades individuais que distribuem um grande número de medalhas”, explicou Marcos Vinícius.
Na última edição dos Jogos Olímpicos, o Brasil conquistou 17 medalhas, sendo três de ouro, cinco de prata e nove de bronze. A delegação verde e amarela terminou na 15ª colocação geral, empatada com a Espanha.
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terça-feira, 4 de junho de 2013

Hóquei e rúgbi serão disputados em Deodoro nos Jogos de 2016

Mudança de modalidades aumentam importância de Parque Olímpico, diz dirigente Foto: Prensa URU / Divulgação
Mudança de modalidades aumentam importância de Parque Olímpico, diz dirigente
Foto: Prensa URU / Divulgação
http://esportes.terra.com.br
As competições de hóquei e rúgbi da Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro serão disputadas em Deodoro, numa mudança realizada pelos organizadores com o objetivo de aumentar o número de esportes realizados no local, que agora se tornou um segundo parque olímpico.
Depois que o hóquei - inicialmente programado para ser disputado no parque olímpico principal na Barra da Tijuca - foi forçado a ser transferido para Deodoro, os organizadores disseram que também decidiram colocar lá o rúgbi 7, estreante em Jogos Olímpicos, assim como algumas partidas preliminares de basquete.
"Para nós é muito importante, porque agora temos oito esportes e 12 disciplinas lá", disse o diretor de esportes da Olimpíada do Rio, Agberto Guimarães. "Pela primeira vez há um segundo parque olímpico."
Guimarães disse que cerca de 50 mil pessoas são esperadas no Parque Olímpico de Deodoro. "Estamos muito felizes porque eles (organizadores) acrescentaram novos esportes de equipe lá", disse Kelly Fairweather, diretor-executivo da Federação Internacional de Hóquei.
Dirigentes da Federação inicialmente estavam descontentes com a mudança para Deodoro, depois de terem sido informados que o esporte seria realizado no Parque Olímpico da Barra.
Fairweather disse que a inclusão do rúgbi e de outros esportes, como basquete e ciclismo BMX, aumenta a importância do local. "Estamos confortáveis ​​com esse legado. Agora é um local muito bom", disse.
O rúgbi não fazia parte da proposta de candidatura do Rio, pois tornou-se esporte olímpico somente em 2009, juntamente com o golfe. Deodoro também irá sediar competições de tiro, pentatlo moderno, hipismo, canoagem slalom e esgrima.
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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Ministro Aldo Rebelo apoia Surf na Olimpíada Rio 2016


Ministro Aldo Rabelo apoia Surf na Olipíada Rio 2016.
Ministro Aldo Rabelo apoia Surf na Olipíada Rio 2016. Foto: Roque de Sá / Divulgação
O ministro do Esporte, Aldo Rabelo, recebeu atletas, dirigentes e empresários do surf para apoiar a candidatura do Surf como Esporte de Exibição na Olimpíada de 2016 do Rio de Janeiro, o Rio 2016.
Aldo Rabelo se reuniu com empresários e dirigentes de surf nesta quarta-feira em Brasília e decidiu enviar uma carta ao presidente do Comitê Olímpico Internacional solicitando a apresentação do surf no Rio 2016.
A esperança do grupo é de que, com o apoio do Governo Federal, o COI aceite o pedido para a realização de um evento de apresentação do surfe no Rio 2016.
O empresário Rico de Souza participou da reunião com Aldo Rebelo e presenteou o ministro com uma prancha de surfe. Rico de Souza se mostrou bastante empolgado com a possibilidade de ver o surfe nos Jogos Olímpicos do Rio 2016.
“Isso vai ser o auge, o ápice. Quando um esporte participa das Olimpíadas, ganha uma visibilidade espetacular. O tratamento ao surfista passa a ser diferente” Rico de Souza.
A ISA (Associação Internacional de Surf) ainda não é integrante do Comitê Olímpico Internacional, no entanto a esperança  de inclusão do surfe na Olimpíada Rio 2016 é grande.
Ministro Aldo Rabelo ganha prancha de Surf.
Ministro Aldo Rabelo ganha prancha de Surf. Foto: Roque de Sá / Divulgação
Presidente da Confederação Brasileira de Surf, Adalvo Argolo, também participou do encontro e defendeu o Rio de Janeiro como local ideal para a apresentação do surfe em jogos Olímpicos.
“É o momento perfeito. Cheguei a acreditar em um momento que aconteceria na Austrália, nas Olimpíadas de Sidney 2000. Infelizmente, ou felizmente, não foi lá e certamente vai ser aqui no Rio. Acho que já somos uma modalidade grande no mundo inteiro e, a entrada na família olímpica será um marco. Vamos mostrar não apenas o esporte, mas o surfe como estilo de vida, gerador de inclusão social, de emprego. Estamos em um caminho muito bom “ Adalvo Argolo.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Os esportes que estrearão nas Olímpiadas Rio 2016


Olimpíadas 2016

Com a exclusão do beisebol e do softbol do programa esportivo das Olimpíadas de Londresem 2012, o COI (Comitê Olímpico Internacional) começou a estudar esportes que poderiam ocupar estas vagas. Para isso, foi realizada uma seleção entre as principais modalidades mundiais e destacaram-se sete finalistas.

Esportes como caratê, squash e patinação sobre rodas foram cogitados, porém, após todas as análises dos membros do Comitê Executivo, no ano de 2009 foi decidido que os esportes que substituiriam os tradicionais beisebol e softbol, seriam o golfe e o rugby.

Conheça mais sobre os novos esportes: Rugby

Avariação do rugby que fará parte dos jogos olímpicos de 2016, conta com sete atletas para cada equipe, sendo o jogo realizado em dois tempos de sete minutos, fazendo com que esta variação venha a ser comumente chamada de rugby de sete.
Em constante ascensão devido à popularização do esporte no Brasil, o rugby brasileiro conta atualmente com 24 equipes nacionais, divididas em oito federações estaduais, centralizadas na Confederação Brasileira de Rugby.
Enquanto a seleção brasileira masculina de rugby, atualmente treinada pelo argentino Martín Schusterman, teve como sua melhor colocação um terceiro lugar no campeonato sul-americano de 2011, a seleção feminina venceu todas as edições deste campeonato, sagrando-se como octacampeã entre os anos de 2004 e 2012.

Conheça mais sobre os novos esportes: Golfe

O golfe já havia sido um esporte olímpico nas edições de Paris (1900) e St. Louis (1904) e, agora, com a sua reincorporação ao quadro esportivo tem a sua participação em Olimpíadas assegurada até o ano de 2020.
Trata-se de um esporte muito tradicional ao redor do mundo, mas que não encontra grande expressividade nos brasileiros. Adilson da Silva, o brasileiro mais bem colocado no ranking mundial, ocupa atualmente a posição de número 371 e obteve uma de suas melhores colocações ao ficar no 12º lugar do torneio África Open 2013.

Novos esportes em novas terras

Com a adição destes esportes, o programa esportivo previsto para a realização das Olimpíadas no Brasil, passou a contar com 28 esportes, divididos em 38 modalidades, que totalizam 301 eventos e contabilizam a presença de até 10.500 atletas.
Cabe apontar ainda que a realização das Olimpíadas Rio 2016 é um marco histórico, não só para a nação brasileira, mas para todo o continente sul-americano, tendo em vista que esta será a primeira edição dos jogos olímpicos a ser realizada na América do Sul.
Embora o Brasil apresente chances reais de obter medalha apenas com a seleção de rugby feminina, devido ao fato de já serem octacampeãs sul-americanas, cabe ao povo brasileiro incentivar e apoiar a prática destes novos esportes olímpicos, na tentativa de que um dia oBrasil possa vir a se tornar uma potência mundial no rugby ou no golfe.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Copa do Mundo: demagogia e tráfico de mulheres

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Hugo R C Souza 

 http://www.anovademocracia.com.br

A Federação Internacional de Futebol, a Fifa, é uma entidade sem fins lucrativos. Não tem acionistas, e portanto não paga dividendos a eles. Não está cotada em bolsa de valores, não tem valor de mercado. Tudo o que arrecada, e não é pouco, a Fifa diz investir na "promoção do futebol" ao redor do mundo, e é verdade. O que esta todo-poderosa organização não faz questão de cornetear por aí é que isto de "promoção do futebol" na verdade se trata do fomento das condições para que uma dúzia de transnacionais gigantes, com negócios ligados ao esporte mais popular do planeta, multipliquem seus lucros.

Sendo assim, na condição de delegada dos interesses de empresas do porte da fabricante de materiais esportivos Adidas, da Coca-Cola e da empresa de cartões de crédito Visa, a Fifa desfila pelo mundo na condição, digamos, de "dono da bola", aquele que na gíria da meninada dita as regras da "pelada" no campinho de terra.
Sobretudo em épocas de Copa do Mundo, A Fifa tira do bolso a procuração do poder econômico que a financia e enumera uma série de exigências aos países-sede, que já ficam previamente avisados de que podem ter que construir isso, demolir aquilo, providenciar aquilo outro, e até mesmo requisitar a criação ou a abolição de leis.
Exemplo crasso foi a pressão da Fifa para que a gerência de Jacob Zuma descriminalizasse a prostituição no país durante a Copa, passando o recado das grandes agências de turismo da Europa e do USA, cujos clientes se mostraram receosos em viajar para alugar corpos femininos infectados com o vírus da AIDS (6 milhões dos 48 milhões de sul-africanos sofrem da síndrome da imunodeficiência adquirida). O jornal britânico The Guardian abraçou a causa da Fifa e chegou a pedir a regulação do "mercado sexual" na África do Sul durante o mundial de futebol, a fim de minimizar o risco de os turistas da metrópole contraírem o vírus HIV.

MULHERES VENDIDAS POR US$ 670

Como se percebe, o objetivo da Fifa e do The Guardian não era exatamente fazer com que o governo conciliador-patriarcal da África do Sul mandasse a polícia parar de espancar e extorquir mulheres sul-africanas negras e pobres. Ao contrário: a Fifa mandou Zuma sumir com mendigos e prostitutas das ruas. O objetivo era criar condições para a chegada de prostitutas estrangeiras, mulheres traficadas por empresas capitalistas de submundo para suprir uma das principais demandas da festa suprema do futebol profissional.
E assim se fez: o tráfico de pessoas com destino ao país-sede da Copa 2010 aumentou consideravelmente nos meses que antecederam este evento que é também um dos ápices do calendário do chamado "turismo sexual". O governo Zuma não chegou a legalizar a prostituição, mas tratou de fazer vistas grossas à farra a custa da dignidade alheia e chancelada pelos mandachuvas do futebol, os mesmos que se esmeram na farsa da responsabilidade social da Copa do Mundo.
Estudos conduzidos pela pesquisadora Merad Kambamu, de Zâmbia, compilaram denúncias e provas de um número crescente de casos de meninas e jovens mulheres que desapareceram em vários países da África e reapareceram em bordéis e "casas de massagem" das cidades que receberam as partidas da Copa do Mundo da África do Sul. A porta-voz da polícia de Maputo, capital de Moçambique, revelou que estas mulheres vinham sendo vendidas por US$ 670 para serem oferecidas feito refeições a turistas endinheirados.
Este lado de pouco "fair play" das Copas do Mundo de futebol foi escancarado na Alemanha, em 2006, quando nada menos do que 40 mil mulheres foram levadas para os megabordéis quase que patrocinados pela Fifa que foram instalados em caráter excepcional em cidades como Berlim. Naquela ocasião, a exigência foi feita e a Alemanha legalizou sua "indústria sexual", que funcionou à base de "mão de obra" levada da Ásia, América Latina e do Leste Europeu com promessas de empregos temporários, mas que acabaram se convertendo em escravas sexuais para animar a grande farra capitalista quadrianual regada a dinheiro e futebol.

domingo, 31 de março de 2013

Nova sede do Rio 2016 tem modelo sustentável e construção estilo Lego


O Comitê Organizador dos Jogos do Rio 2016 ganhou uma nova casa, moderna e sustentável, em uma área de 20 mil metros quadrados no bairro carioca da Cidade Nova. A construção da sede foi feita com uma tecnologia modular, um sistema inteligente que permite montagem mais rápida e possibilidade de desmontagem e reutilização após o período das Olimpíadas. Os arquitetos do projeto usaram contêineres emprestados, montados de forma similar ao brinquedo Lego. O descarte de entulhos é mínimo.
A preocupação com a sustentabilidade na nova sede é um reflexo do desejo dos organizadores das Olimpíadas, que visam catalisar investimentos para o meio ambiente ao longo do evento. No que diz respeito aos gastos de energia, as soluções alternativas deverão gerar uma economia de mais de um milhão de reais. 
- A inclusão dos conceitos de sustentabilidade tem a ver com o objetivo de tornar os Jogos do Rio a edição mais sustentável da história. A iluminação em led foi a solução que trouxe o maior impacto no consumo de energia. São luminárias de vida útil superior às convencionais, que geram menos calor e trazem um maior conforto. Este será o primeiro prédio comercial do país a adotar um sistema pioneiro de iluminação. E os equipamentos utilizados na sede poderão ser reaproveitados depois das Olimpíadas, inclusive, os contêineres. A ideia de criar uma estrutura desmontável e temporária foi em função das necessidades do local, que será desocupado após a competição - explicou Daniel Meniuk, diretor executivo para Cidades e Infraestrutura da GE no Brasil, patrocinadora oficial do Comitê Olímpico Internacional.
Nova sede dos Jogos Olímícos do Rio 2016 na Cidade Nova (Foto: Divulgação)Na visão panorâmica do prédio, é possível perceber a construção em módulos (Foto: Divulgação)
O prédio conta com um sistema de reaproveitamento de água da chuva para irrigar os jardins (a reserva tem quatro tanques que comportam 640 mil litros), economia de energia, mobiliário de madeira certificada e uso mínimo de concreto e alvenaria. A iluminação é feita com três mil luminárias em led, com baixo consumo de energia, além de vidros reflexivos, que permitem melhor aproveitamento da luz natural. Também faz parte do projeto a utilização de placas de captação de energia solar, telhado com cobertura termoacústica e ar-condicionado dotado de componentes eletromagnéticos que reduzem o custo de energia.
Nova sede dos Jogos Olímícos do Rio 2016 na Cidade Nova luminárias em led (Foto: Divulgação)
No teto, as luminárias em led geram um consumo
de energia muito reduzido (Foto: Divulgação)
A reciclagem de 90% dos resíduos produzidos na nova sede é outro objetivo. Além da coleta seletiva, um meio mais eficaz, outras estratégias prometem reduzir o volume de material descartado, como o uso de louças de vidro e canecas, substituindo os copos de plástico.
A construção foi dividida em três etapas. A última delas ficará pronta em outubro deste ano - cerca de 300 operários trabalham nas obras da nova sede, inaugurada há duas semanas. A conclusão do projeto de tecnologia modular foi de apenas cinco meses. Se fosse realizada da maneira convencional, seriam necessários de 12 a 16 meses para ser erguida. A opção por uma estrutura temporária permite ainda uma redução no preço do aluguel, já que o prédio será ocupado aos poucos, evitando o pagamento de espaços ociosos.
O custo de mercado de um aluguel mensal na mesma área oscila entre R$ 110 e R$ 130 por metro quadrado, excluindo o pagamento de condomínio, IPTU e manutenção. No entanto, seria muito difícil encontrar, atualmente, uma área de escritório no Rio na metragem necessária e que atendesse os padrões de sustentabilidade, acessibilidade e segurança pensados para a nova sede, que deverá receber dois mil funcionários até 2016. Além do Comitê Organizador, o local também abriga a Empresa Olímpica Municipal (EOM).
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