quinta-feira, 21 de abril de 2011

China irá investir na Copa de 2014 e nas Olímpiadas do Rio

BRASÍLIA – A três anos da Copa do Mundo do Brasil, o presidente da China, Hu Jintao, acertou, nesta terça-feira (12), com a presidente Dilma Rousseff o investimento de chineses nas áreas de eventos esportivos no Brasil não só em 2014, como também em 2016 nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Mundo. O acordo foi firmado durante a visita de Dilma a Pequim e anunciado pelos dois presidentes.

De acordo com o comunicado, os governos chinês e brasileiro “reconheceram o elevado potencial de cooperação” na área de infraestrutura, sobretudo em projetos no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), nos setores de transporte e energia.

“[Os governo da China e do Brasil] reconheceram o potencial para o estabelecimento de parcerias brasileiras e chinesas em projetos de construção de infraestrutura relacionados à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016”, diz o documento.

O texto do comunicado lembra que chineses e brasileiros fizeram parcerias, em 2008, durante a organização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos e negociaram acordos para os Jogos Olímpicos Juvenis de 2014.

“[Ambos] concordaram em promover a cooperação e a troca de experiências sobre a preparação e organização de grandes eventos internacionais na área esportiva e assinaram memorando de entendimento a respeito. [Os dois governos] concordaram em fomentar o intercâmbio de atletas, com o intuito de promover a cooperação esportiva e o aprimoramento do nível do esporte nos dois países”, diz o documento.

Paralelamente, Dilma e Hu Jintao se comprometeram a simplificar e melhorar os serviços e trâmites regulamentares para a concessão de vistos e permanência envolvendo chineses e brasileiros. O objetivo, segundo o acordo, é incentivar os programas de turismo e incrementar os projetos em educação e treinamento pessoal.

Mas o acordo dependerá de uma série de consultas entre os dois governos e mais negociações. Por enquanto, a parceria negociada pelos presidentes dá início às articulações para pôr em prática as medidas efetivas que resolvam os eventuais problemas que surjam no fluxo de pessoas. O texto faz parte de um comunicado conjunto firmado hoje por Dilma e Hu Jintao, que reúne 29 pontos.

A presidente está na China para uma viagem de seis dias. Ela participa de uma série de encontros bilaterais e multilaterais. Os principais temas envolvem economia e comércio, mas outros assuntos também foram incluídos nas conversas. Dilma retornará ao Brasil no dia 18.


sexta-feira, 8 de abril de 2011

Olimpíadas Culturais: Londres e Rio constroem um legado

ريو اولمبياد 2016  
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ოლიმპიადა 2016
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Secretária de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, Adriana Rattes, convida Diretora da Olimpíada Cultural de Londres 2012, Ruth Mackenzie, para visitar a próxima sede olímpica e estreitar os laços culturais entre as cidades.

Até o dia 08 de abril (sexta-feira), Ruth Mackenzie, diretora das Olimpíadas Culturais de Londres 2012 estará no Rio de Janeiro, visitando instituições culturais e eventos. A visita acontece a convite de Adriana Rattes, secretária de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, após reunião realizada em Londres em dezembro de 2010. ”Durante essa visita, que marca o início de uma importante e valiosa parceria, nosso objetivo é mostrar a Ruth a cara do Rio, que será a próxima Cidade Olímpica”, diz a Secretária Adriana Rattes.
“Para nós, essa visita é mais um passo no desenvolvimento de nosso relacionamento de trabalho. Esperamos que isso nos leve a uma parceria real entre Reino Unido e Brasil de 2012 a 2016 na área cultural”, afirma Ruth Mackenzie. Geralmente, os relacionamentos entre cidades começam e terminam na cerimônia de transferência de uma sede a outra, de acordo com o requerimento contratual da Cerimônia de Encerramento para incluir 8 minutos de celebração da transferência, que dão um gostinho dos próximos Jogos Olímpicos. “Londres não quer trabalhar desse jeito. Nosso objetivo de longo prazo é começar a desenvolver o legado do Rio 2016 como parte do programa de Londres 2012, de forma que possa crescer e se desenvolver até os Jogos do Rio 2016”, completou Mackenzie.
Como parte de um programa mais amplo, Ruth Mackenzie visitará o centro do ‘Luta pela Paz’ no Complexo da Maré. Esta será uma oportunidade para a representante do Comitê Organizador dos Jogos de Londres para conhecer o trabalho que vem sendo realizado por essa ONG da área esportiva com conexões no Rio e em Londres e que demonstra a importância dos vínculos sociais e Olímpicos entre 2012 / 2016. Luta pela Paz foi fundada em 2000 para usar o boxe e as artes marciais combinadas com educação e desenvolvimento pessoal para apoiar jovens em comunidades que sofrem sobre crime e violência. “De um início humilde nós crescemos e passamos a apoiar mais de 1800 jovens no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, e em North Woolwich, no Leste de Londres. Essa importante visita nos oferece a oportunidade de discutir com os representantes dos Governos Brasileiro e Britânico, e com a Olimpíada Cultural de Londres 2012, como o esporte pode ser uma força poderosa para a mudança social em comunidades em desvantagem. Nós esperamos poder ter um papel nesse processo de reunir as duas cidades por meio do esporte, da cultura e do desenvolvimento, e trabalhar em busca de investimento genuíno nos jovens que apesar da riqueza de nossas duas cidades Olímpicas, geralmente tem poucas oportunidades”, disse Luke Dowdney.
Luta pela Paz (Fight for Peace)- Luta Pela Paz foi fundada pelo ex-boxeador amador inglês Luke Dowdney no ano 2000 no Complexo da Maré, um conjunto de favelas no Rio de Janeiro, e devido à história de Dowdney o projeto foca no boxe, artes marciais e wrestling em um contexto esportivo. O projeto fornece alternativas práticas ao crime e a violência para crianças e adolescentes em comunidades carentes com a inclusão social por meio dos esportes, educação, acesso ao mercado formal de trabalho, promoção de uma cultura de paz e desenvolvimento de lideranças jovens.
Como um exemplo do conhecimento brasileiro sendo exportado para o Reino Unido, Dowdney está duplicando seus centros de esportes e educação em Woolwich, Londres. Em 2009, um grupo de 1,094 jovens de Londres já haviam se engajado na Academia Luta pela Paz (Fight for Peace Academy) que oferece aulas de Muay Thai, capoeira, karatê, sessões de ginástica e desenvolvimento pessoal. O centro também oferece cursos com acreditação nacional como parte do projeto “Pathways Education Employment” e também aconselhamento, estudo de casos e outros serviços de apoio para jovens entre 11 e 21 anos em parceria com entidades locais do Condado de Newham e outras áreas de Londres. [www.lutapelapaz.org |www.fightforpeace.net].
Olimpíadas Culturais - Durante quatro anos, as Olimpíadas Culturais de Londres 2012 foram desenvolvidas para oferecer a todos no Reino Unido uma oportunidade de fazer parte desse grande evento global e inspirar a criatividade em todas as suas formas, especialmente entre os jovens. As Olimpíadas Culturais irão culminar no Festival Londres 2012, que reunirá artistas de renome de todo o mundo para o maior festival já visto no Reino Unido – uma oportunidade única para todos celebrarem Londres 2012 por meio da dança, da música, do teatro, das artes visuais, do cinema e das inovações digitais e deixar um legado duradouro para as artes.
O objetivo é começar a construir o legado do Rio para 2016 como parte do programa de Londres, de forma que possa crescer e se fortalecer até os Jogos em 2016. Assim, foram identificadas as prioridades comuns para Cultura e serão desenvolvidos projetos que serão apresentados como parte do Festival Londres 2012 (que fechará as Olimpíadas culturais), no período de 21 de junho a 9 de setembro de 2012, e manter a idéia viva, pronta para mais atividades no Rio em 2016.

Olimpíadas Culturais e o Festival Londres 2012 (em inglês): http://www.london2012.com/get-involved/cultural-olympiad/index.php]

via http://www.revistafator.com.br

domingo, 27 de março de 2011

Copa e Olimpíada atraem mais de 4 bilhões de dólares em investimentos em segurança


A Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada Rio 2016 já começaram a aquecer o mercado de equipamentos e sistemas de defesa e segurança. Estima-se que ambos os eventos vão demandar mais de 4 bilhões de dólares em investimentos ajudando a reaquecer um setor que andou meio esquecido e vive uma espécie de renascimento.
Além dos eventos esportivos, duas outras ações são responsáveis pela volta dos negócios. De um lado pesa a favor o Plano Estratégico Nacional de Defesa, que está reaparelhando o exército, a marinha e a aeronáutica com submarinos, navios, helicópteros, caças, entre outros equipamentos de porte. Estão sendo fechados contratos de 10, 20 anos, que exigem a transferência de tecnologia para o Brasil e vão gerar um efeito dominó de novos negócios no mercado interno.
De outro lado, ocorre a modernização dos aparatos de segurança das polícias. Nos últimos cinco anos, os investimentos em segurança pública triplicaram, passando de pouco mais de 1 bilhão de reais para quase 3,5 bilhões de reais no ano passado.
Um termômetro desse ambiente favorável aos negócios é a LAAD, feira do setor que ocorre a cada dois anos no Rio de Janeiro. Na próxima edição, em abril, o número de expositores praticamente dobrou e passa de 600, e o de visitantes, em sua maioria representantes de governos ligados às áreas de segurança – como ministros, secretários de estados, delegados, brigadeiros e generais – teve um aumento de 30%. Boa parte das empresas estrangeiras de mais de 40 países não querem apenas vender produtos no Brasil. Querem estreitar relações comerciais com empresas locais e sondar oportunidades de fusões e aquisições.

sábado, 12 de março de 2011

Rede hoteleira do Rio precisa aumentar devido aos eventos esportivos




O Rio de Janeiro precisa aumentar sua rede hoteleira entre 8 mil e 10 mil leitos face às Olimpíadas de 2016 e a Copa do Mundo de Futebol de 2014, afirmou o secretário de Turismo do Estdo do Rio de Janeiro, Ronald Ázaro.
Ázaro participou nesta semana da Feira Internacional de Turismo de Madri (Fitur), que encerra neste domingo na capital espanhola.
Em declarações à Agência Efe, o secretário detalhou que, para facilitar o desenvolvimento de novos projetos hoteleiros, a legislação foi flexibilizada e, atualmente, há três hotéis em construção na cidade.
O crescimento que representarão os eventos esportivos para o turismo do Brasil encorajou a expansão cadeias internacionais como Hilton, Accor e a espanhola Sol Meliá, além de alguns grupos locais.
A Sol Meliá deve iniciar novos projetos hoteleiros urbanos, não só no Rio de Janeiro, mas também em outras cidades sedes da Copa, como Porto Alegre, Belo Horizonte, Fortaleza, Manaus e Recife.
Está prevista a utilização como hotéis durante a realização da Olimpíada de até sete navios de cruzeiros. Esta possibilidade, que foi apresentada na candidatura Olímpica do Rio, só será utilizada no caso de não ampliar a oferta de leitos como necessário.
Os preparativos para os grandes eventos esportivos incluem investimentos de infraestrutura, especialmente de transporte e áreas de lazer, porque é esperado que o fluxo de turistas seguirá em expansão após os eventos.
Ázaro contou que o país usou como referência as Olimpíadas de Barcelona em 1992 e os estudos indicam que mais de 60% das pessoas que estiveram durante os jogos retornaram em anos posteriores ao evento.
Do total de turistas estrangeiros que o Brasil recebe, mais de 5 milhões ao ano, um terço passa pelo estado do Rio de Janeiro e 80% deles são franceses.
A melhoria de infraestruturas será acompanhada de um processo de qualificação profissional, âmbito que contará com a colaboração de Espanha e Portugal.
Até 2016, a cada ano, serão criados 120 mil novos postos de trabalho no Rio.
No ano passado, pela primeira vez na história, o Rio foi o estado que mais gerou emprego entre os 27 do Brasil, com 150 mil novos postos.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Investimentos garantem postos de trabalho até Olimpíadas 2016

Em Hotelaria, serão abertas 40 mil vagas até as Olimpíadas. Na construção, virão 20 mil

POR AURÉLIO GIMENEZ
Rio - Aos 37 anos, Irandi de Oliveira Meireles Filho viu no mercado aquecido a chance de obter novo emprego e melhorar sua renda. Após seis anos trabalhando em hotel de Copacabana e outros seis meses desempregado, no fim do ano, Irandi conquistou a sonhada vaga no recém-inaugurado Windsor Atlântica Hotel, onde ficava o Méridien. A rede é um dos grandes investimentos que estão chegando ao Rio e vão abrir em torno de 60 mil vagas.

“Essa vaga veio em boa hora. Estou muito animado, pois foi uma mudança para melhor numa rede maior”, diz o mensageiro, que mora em Nova Iguaçu, a 75 quilômetros da Avenida Princesa Isabel, em Copacabana.

Irandi é um entre os milhares de profissionais que deverão ser contratados no setor de Hotelaria até as Olimpíadas de 2016, no Rio. Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, seção Rio (ABIH-RJ), Alfredo Lopes diz que, até os Jogos Olímpicos, deverão ser criados 40 mil empregos diretos e indiretos no setor.

“Para a Copa, serão 4.500 quartos e até a Olimpíada mais 5.500. Para cada quarto, o setor calcula um emprego direto e três, indiretos. Já neste ano, estão ocorrendo contratações, como na rede Windsor”, afirma Lopes. 

O ramo da Hotelaria segue a tendência de amplo crescimento de outros setores no Rio. De acordo com o relatório ‘Decisão Rio’, da Federação de Indústrias do Rio (Firjan), de 2010 até o ano que vem, o estado receberá investimentos públicos e privados em torno de R$ 126 bilhões.

Segundo o gerente de Infraestrutura e Novos Negócios da Firjan, Cristiano Prado, todos os grandes projetos estão em andamento. Ele destaca, no momento, a Construção Civil. No entanto, a abertura de empregos ocorre em todos os setores, já que, com a falta de mão de obra, a competição está muito acirrada. 

“Os grandes projetos, como Porto do Açu, Comperj, Angra III, entre outros, estão mexendo com o mercado. Com a falta de pessoal qualificado, as empresas estão ‘roubando’ profissionais uma das outras”, aponta Cristiano.

Construção civil

Com o fim da terraplenagem e o início das obras civis, a partir de abril, o Comperj abrirá somente este ano 9 mil postos de trabalho, segundo o secretário Trabalho e Renda de Itaboraí, Saide Abrão. “Há vagas para todas as funções da construção civil, de pedreiro a ladrilheiro, de montador de estrutura a eletricista”, diz.

Diretor-executivo do Sindicato da Indústria da Construção Civil-Rio, Antonio Carlos Mendes Gomes, comemora a fase do setor. Serão abertas 20 mil vagas no estado em 2011.

Confira onde você pode se cadastrar

REDE DE HOTÉIS WINDSOR
São 150 vagas para camareiras, mensageiros, auxiliar de serviços gerais e recepcionistas. Inscrições no Departamento de Recursos Humanos — Rua Fernando Mendes 6, Copacabana, ou pelo e-mail r.h@windsorhoteis.com.br . 

CONSTRUÇÃO CIVIL
Sede da Seconci-Rio: Rua Pará 141, na Praça da Bandeira. Informações pelo telefone (21) 2101-2565.
COMPERJ

Para trabalhar nas empresas que atendem ao Comperj, a formação de cadastro é feita pelo Sine de Itaboraí. Avenida 22 de Maio 5.300, Centro. 

SINE
Rua São José 35, Centro do Rio. Mais endereços pelo site www.trabalho.rj.gov.br

SINDRIO
Os interessados podem fazer cadastro pelo site www.sindrio.com.br


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